



Hoje podemos perceber o grande conhecimento que os adolescentes têm em relação ás políticas públicas. Com isso devemos lutar cada vez mais pelo reconhecimento dos direitos dos adolescentes. Devemos não só saber, mas também participar com voz, garra e autonomia sobre nossos direitos. Pois são esses direitos que nos darão a honra de sermos o futuro do Brasil. E para que esta parte da população possa alcançar seu objetivo principal precisamos criar, ou melhor, elaborar leis que tragam benefícios tanto para o Brasil em si, quanto para o mundo.
Manaus - AM
A adolescência, como parte fundamental no desenvolvimento do país, deve ser ouvida e integrada em todas as ações que envolvam o presente e o futuro da nação. E com diversas culturas, o Brasil consegue desenvolver ações maiores e que atendam um maior número de adolescentes e jovens. A troca de experiência é muito importante para desenvolver projetos, e gerar um conhecimento maior e mais forte sobre a nosso país entre os próprios adolescentes. Nós temos que estar preparados para provocar discussões e criar ideias, e isso se adquire através de reuniões e dinâmicas que esclareçam sobre diferentes regiões, culturas, religiões e etc.
Ponta Grossa - PR
“Inclusão, participação, mudança, essas foram algumas das palavras usadas pelos participantes do Observatório dos Adolescentes de Nazaré da Mata para definir o observatório, que mudou drasticamente a forma de pensar dos adolescentes participantes, trazendo uma maior compreensão de mundo e esclarecendo a importância da sua participação no contexto social. Vale lembrar que as maiores mudanças não são as provocadas por protestos, passeatas ou meios de comunicação em massa, mas as que acontecem no contato com cada indivíduo, o Observatório é um exemplo disso, muda-se a forma de ver o mundo de cada adolescente e abre um leque de oportunidades e ideias."
Nazaré da Mata - PE
Participar da Caravana de Direitos Humanos foi uma experiência muito diferente e super legal, pois tive a oportunidade de conhecer novas pessoas, ouvir, ser ouvida e informada sobre coisas que eu não sabia. Descobri que o Estatuto da Criança e do Adolescente, que já aprendemos a chamar de ECA, é uma lei federal e que toda criança e todo adolescente tem direitos que são obrigatórios. É o caso da escola, da saúde, da cultura, entre outros. E a lei existe para ser cumprida. Agora entendo que tenho que reagir e lutar pelos meus direitos como adolescente.
Fortaleza - CE
O observatório me ajudou a entender e a dar importância aos problemas das crianças e dos adolescentes, trazendo consigo um amadurecimento maior pra mim, inclusive nos aspectos de responsabilidade. Tive conhecimento de vários assuntos, que foi abordado também na sala de aula, me ajudando, me dando, mas desempenho. Além de ajudar-me a perder o medo de falar em publico, já que era um grande problema pra mim, com isso me ajudou também a fazer novos amigos.
Taquarana-AL
“Que vocês possam dar a nós, crianças, adolescentes e jovens um voto de confiança pois somos capazes e podemos construir um país melhor. Os adolescentes do Semiárido podem trabalhar junto com as autoridades para transformar nosso país em uma nação melhor porque, a final de contas, futuras gerações de adolescentes que virão depois receberão os benefícios de nossa luta” Fala da Malena durante apresentação da Carta dos Adolescentes do Semiárido, em evento de Promoção da Cooperação Sul-Sul na área de erradicação do trabalho infantil, Brasil-OIT (BA, 30/08/2011)
Salvador - BA
Eu participo da Plataforma dos Centros Urbanos, um projeto do Unicef. Foi por aí que eu fui convidada pelo INOVscola para participar da oficina que teve no RJ. Minha experiência na oficina foi muito boa, conversamos e debatemos sobre muitas coisas de escolas tão diferentes e tão distantes que descobrimos que os problemas são os mesmos. Afinal, um problema que tem em uma escola e não tem em outra é um problema da escola, mas um problema que tem em uma escola e tem em várias outras é um problema do ensino e são os órgãos públicos que tem que nos ajudar.
Rio de Janeiro - RJ
A vida de um adolescente muda quando ele participa ativamente de projetos que envolvem questões sociais do mundo, da comunidade e da própria adolescência. Ele deixa o conformismo criado no seu meio social e começa a ver o seu valor na sociedade, reconhecendo que o importante não é de onde se vem e sim aonde se quer chegar. Começa a ter uma nova visão de mundo, saindo do senso comum e partindo para o senso crítico. Entende que o vencedor é quem supera as adversidades da vida, sonha, acredita e faz a história acontecer.
Belo Horizonte - MG
A AJETUR veio ao encontro desta viagem de autoconhecimento que nós, jovens de identidade singular, vivenciamos a cada dia e pela qual nos tornamos capazes de reconhecer oportunidades de geração de renda. De maneira contagiante e surpreendente percebi que a mudança ocorreu no grupo todo e que podemos fazer a diferença em nossos municípios, sendo protagonistas nesta viagem de oportunidades. Essa experiência me deixa muito grata.
Piracanjuba - Goiás
O Pacto do Semiárido nos ajudou a ter uma visão clara dos problemas que afetam a nossa juventude. Hoje, o povo Pitaguary tem a honra de ter um representante jovem no Comitê Estadual do Ceará e no Pacto. Fica para mim e para os jovens da minha comunidade lutar cada vez mais pelos nossos direitos. Uma frase que deixo na minha língua materna, o tupi: IANDE MEME MARANONGARA (SOMOS TODOS PARENTES).
Fortaleza - CE
Tenho 17 anos, sou ponto focal do Observatório dos Adolescentes do Rio de Janeiro e no dia 19 de maio representei milhões de adolescentes brasileiros no Seminário sobre Experiências de Legislação contra Castigos Físicos de Crianças e Adolescentes, no DF. Sinto-me privilegiada por fazer parte desse momento histórico no Brasil, quando os adolescentes estão tendo voz e vez. Acredito que este Seminário foi a mais importante contribuição para o reconhecimento do papel protagonista que nós adolescentes merecemos.
Rio de Janeiro - RJ
Concretizar a rede é uma das melhores formas de exigir nossos direitos, em nome de milhares de crianças e adolescentes deste país. A REJUPE é uma maneira de fazer com que as autoridades brasileiras reconheçam, reforçado o nosso apelo, a importância do esporte seguro e inclusivo, capaz de tirar nossas crianças das ruas, de socializar e formar cidadãos de bem. Sabemos que o esporte abre muitas portas. Então, se motivem! Basta 1% de talento, mas é preciso 99% de esforço, em busca do esporte seguro e inclusivo.
Brasília - DF